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Melhores VPNs grátis e pagas para Linux

Podium Rankings for Best VPN

Callum Tennent supervisiona como testamos e analisamos os serviços de VPN. Ele é membro da IAPP e seus conselhos sobre VPN foram apresentados na Forbes e na Internet Society.

Verificado por JP Jones

RESUMO: a melhor VPN grátis para Linux é o Proton VPN. O cliente nativo para Linux é rápido, seguro e conta com dados ilimitados, mas a PIA VPN, a melhor VPN para Linux, é muito superior para baixar torrent de forma anônima e desbloquear sites. Experimente a PIA sem compromisso por 30 dias.

Muitas empresas de VPN negligenciam usuários Linux e não desenvolveram clientes VPN nativos para Linux. Testamos e analisamos 65 VPNs para ver quais oferecem uma versão Linux e o desempenho delas no sistema operacional.

Todas as VPN recomendadas neste guia têm uma GUI (interface gráfica de usuário) completa, eliminando a necessidade de usar linhas de comando de Terminal ou arquivos complexos de configuração, e você pode usá-las no Brasil ou em qualquer lugar do mundo.

Qual é a melhor VPN para Linux em 2024?

Nossos testes de apontaram que as melhores VPNs grátis e pagas para Linux são:

  1. Private Internet Access: a melhor VPN nativa para Linux
  2. Astrill: VPN mais avançada para Linux
  3. Proton VPN: melhor VPN grátis para Linux
  4. Surfshark: melhor VPN barata para Linux

A melhor VPN para Linux em 2024 é a Private Internet Access (PIA). É a melhor VPN com GUI compatível com todas as principais distros do Linux, recebendo uma nota 9,3/10 para o sistema operacional nos nossos testes. A PIA administra 18.651 servidores rápidos, com criptografia e padrões de segurança robustos, além de uma política de zero log comprovada.

Usuários Linux frequentemente se conectam a servidores VPN com clientes OpenVPN, OpenConnect, AnyConnect e Network Manager, o que exige uma certa configuração.

Todas as VPNs recomendadas aqui oferecem um aplicativo nativo para Linux, com pouca configuração e muito mais recursos.

Ainda assim, caso queira configurar o OpenVPN manualmente, temos uma seção específica que descreve como instalar o OpenVPN no Linux.

Comparativo das melhores VPNs para Linux

Use a tabela abaixo para comparar os recursos mais importantes para Linux nas melhores VPNs para Linux:

As VPNs para Linux de maior nota são compatíveis com uma ampla gama de distribuições (distros), incluindo Ubuntu, Fedora, Arch, Mint e outros. Elas também oferecem aplicativos para todas as outras principais plataformas.

Por que confiar em nós?

Somos completamente independentes e avaliamos VPNs desde 2016. Nossas notas são calculadas a partir de testes próprios, sem a influência de incentivos financeiros. Saiba quem somos e como testamos VPNs.

VPNs testadas65
Distros Linux testadasUbuntu, Mint, Arch, Debian e Fedora
Total de horas de testes30.000+

Análise das melhores VPNs para Linux

  1. 1. PIA VPN: a melhor VPN para Linux

    Rápida, segura e confiável, a PIA é a melhor VPN com GUI para todas as distribuições Linux.

    VPN para Linux n. 1 de 65

    • Aplicativo Linux completo
    • Funciona bem no Ubuntu, Fedora e Mint
    • Suporte para sistemas operacionais systemend, sysvinit e openrc
    • Política de zero log excepcional
    • Velocidades extremamente altas no Linux
    • Restrições zero para baixar torrent

    • Jurisdição nos EUA
    • Pode ser técnica demais para certos usuários

    Nota geral para Linux: 9,3/10

    Calculamos a nota geral com base nas notas das categorias a seguir. Para saber mais, leia nossa metodologia de testes para VPNs Linux.

    • 9,7/10
    • 9,0/10
    • 9,3/10
    • 9,0/10
    • 9,7/10
    • 9,7/10

    De acordo com nossos testes, a Private Internet Access é a melhor VPN para Linux. Seu aplicativo com GUI completa oferece todos os recursos que você esperaria de uma versão Windows, além de ser fácil de configurar e usar em todas as distribuições populares.

    Private Internet Access no Linux

    Compatível com
    1. linuxLinux
    2. windowsWindows
    3. macosMac OS
    4. iosiOS
    5. androidAndroid
    Menor preçoR$ 10,39/mês por 28 meses Ver todos os planos
    VelocidadeiVelocidadeUsando uma conexão de teste local de 100 Mbps95 Mbps
    Distros do Linux compatíveisUbuntu, Mint, Debian, Fedora e Arch/Manjaro
    Vazamento de dadosNão
    Política de logSem logs
    TorrentIlimitado
    Países91
    Servidores18.651

    Aplicativo Linux de código aberto com diversos recursos adicionais

    O cliente Linux da PIA não só parece com as outras versões desktop da VPN, como disponibiliza alguns dos mesmos recursos.

    Crucialmente, ela oferece um Kill Switch, ou seja, você não precisa gastar tempo no menu de configurações de rede da máquina Linux. Há ainda encaminhamento de porta, tunelamento dividido e o Mace da PIA (o bloqueador de anúncio da empresa).

    Também é de código aberto. O código completo fica disponível para todos os usuários curiosos e hackers éticos que queiram analisá-lo.

    Você pode usar os servidores DNS privados da PIA ou configurar o seu, assim como selecionar seu protocolo de criptografia. O OpenVPN é a definição padrão, mas o WireGuard, um protocolo mais recente, também está disponível.

    GUI do PIA Linux no macOS

    Uma das VPNs mais rápidas em conexões locais

    A Private Internet Access também é confiavelmente rápida, uma das mais rápidas que já testamos, na verdade.

    Entretanto, nossos testes verificaram que oferece as maiores velocidades com o OpenVPN. É algo bem incomum, já que na maioria das outras VPNs o WireGuard é mais rápido que o OpenVPN.

    Ainda assim, não é tão rápida quanto outras VPNs Linux para longas distâncias. É uma pena, já que a rede de 18.651 servidores globais da PIA é uma das maiores do mercado.

    A PIA disponibiliza diversos servidores no Brasil e na América Latina no geral. Por isso, caso esteja no Brasil, poderá obter as melhores velocidades ao se conectar aos servidores brasileiros ou latino-americanos.

    Caso esteja em conexão a um servidor próximo a sua localização real, a velocidade é excepcional. Nosso teste mais recente registrou uma média de 93Mbps de download.

    Verdadeiramente sem logs, comprovado em processos judiciais

    Somos fãs da política de log da PIA há anos. O mais importante é que ela não registra qualquer informação durante seu uso.

    A política de zero log foi comprovada por diversas apreensões de servidores e intimações legais: todas as vezes a PIA não revelou nenhum log. Seu Warrant Canary, código aberto e relatórios de transparência regulares ajudam a validar a veracidade da política. É uma opção perfeita para qualquer usuário Linux que se preocupa com privacidade.

    Como instalar a Private Internet Access no Linux

    Configurar a PIA na distro que preferir é simples, bastam algumas linhas de comando no Terminal para ativar a VPN. Esse processo deve funcionar para qualquer versão do Linux.

    Confira um passo a passo:

    1. Baixe o arquivo de instalação da PIA para Linux e rode o programa.
    2. Abra o Terminal e insira cd Downloads
    3. Insira sh pia-linux-2.8.1-06335.run
    4. Insira sua senha quando for solicitada.

    Com isso, você finaliza a instalação e só falta acessar a sua conta da PIA.

  2. 2. Astrill: melhor VPN para usuários avançados do Linux

    A Astrill VPN tem um pacote amplo de recursos adicionais raramente oferecidos para Linux.

    • A melhor customização para Linux
    • Instalação guiada para DEB, RPM e CL
    • Política de zero log excelente e jurisdição em Seychelles
    • Rápida e segura para baixar torrent com ótimos recursos adicionais
    • Ampla seleção de protocolos
    • Funciona em países censurados como a China

    • Muito cara e sem reembolso
    • Uso limitado para streaming

    Nota geral para Linux: 9,1/10

    Calculamos a nota geral com base nas notas das categorias a seguir. Para saber mais, leia nossa metodologia de testes para VPNs Linux.

    • 8,8/10
    • 9,4/10
    • 9,4/10
    • 9,8/10
    • 8,9/10
    • 7,8/10

    A Astrill é muito mais complexa do que as outras VPNs nessa lista, mas se for um usuário experiente do Linux irá amá-la. O cliente oferece um maior nível de customização, incluindo protocolos, proxies, portas e padrões de criptografia.

    Aplicativo de desktop Astrill VPN

    Compatível com
    1. linuxLinux
    2. windowsWindows
    3. macosMac OS
    4. iosiOS
    5. androidAndroid
    Menor preçoR$ 63,98/mês por dois anos Ver todos os planos
    VelocidadeiVelocidadeUsando uma conexão de teste local de 100 Mbps92 Mbps
    Distros do Linux compatíveisUbuntu, Mint, Debian, Fedora, RedHat, CentOS
    Vazamento de dadosNão
    Política de logAlguns logs de usuários
    TorrentIlimitado
    Países56
    Servidores107

    Configuração simples nas distros mais populares

    A Astrill tem instaladores no seu site para distros baseadas em Debian e RedHat. Também pode ser instalada por linha de comando, caso prefira.

    A Astrill oferece tutoriais completos para qualquer um dos métodos que escolher, assim como arquivos de configuração por OpenVPN, caso não queria usar a GUI.

    A VPN para Linux mais customizável

    Ainda que algumas VPNs limitem usuários Linux a apenas um protocolo, a Astrill oferece todo o seu catálogo.

    Você pode escolher entre os mais populares como OpenVPN e WireGuard, além de opções proprietárias como OpenWeb e StealthVPN.

    Seus recursos adicionais incluem os básicos, como um Kill Switch e tunelamento dividido de VPN para aplicativo e sites, mas há opções ainda mais avançadas.

    Com DNS personalizado, Porta 443, proxies personalizados e bloqueador de anúncio, o aplicativo dedicado da VPN para Linux oferece um nível excelente de personalização.

    GUI do Astrill Linux no macOS

    Uma excelente VPN para baixar torrent

    O encaminhamento de porta é um outro recurso adicional que a Astrill oferece no Linux e ajuda a colocá-la em outro patamar quando o assunto é VPN para torrent.

    As velocidades de download de torrent foram excelentes nos nossos testes, com uma média de 10 MiB/s, quase sem qualquer perda.

    Considerando isso e a excelente política de log da Astrill, ela é a melhor VPN para baixar torrent, no Linux ou em qualquer outra plataforma.

    Como instalar a Astrill no Linux

    1. Baixe o instalador da Astrill para Linux. O pacote DEB 64-bit é sugerido como padrão, mas você encontra outras opções ao selecionar “Exibir todas as versões” logo abaixo.
    2. Assim que o arquivo instalador for baixado, clique nele duas vezes.
    3. Siga as orientações que aparecerem, depois reinicie o sistema antes de a instalação ser finalizada.

    Você também pode fazer a instalação por linha de comando no site da Astrill, caso queira usar esse método em vez do instalador.

  3. 3. Proton VPN: a melhor VPN grátis para Linux

    O Proton VPN é a VPN mais rápida que já testamos no Linux, com velocidades de 98Mbps.

    • GUI minimalista e fácil de usar
    • Compatível com Ubuntu, Debian, Fedora, Manjaro e Arch
    • Cliente Linux de código aberto e zero logs
    • A VPN Linux mais rápida que já testamos
    • 2,970 servidores em 68 países
    • SecureCore e Netshield para uma maior privacidade

    • Assinatura cara, mesmo em planos de longa duração
    • Suporte por chat ao vivo não é 24h

    Nota geral para Linux: 9,2/10

    Calculamos a nota geral com base nas notas das categorias a seguir. Para saber mais, leia nossa metodologia de testes para VPNs Linux.

    • 9,2/10
    • 9,2/10
    • 9,1/10
    • 9,1/10
    • 9,8/10
    • 9,8/10

    O Proton VPN é uma das VPNs mais antigas e confiáveis do mercado e desenvolveu seu impressionante aplicativo com GUI completa para Linux com muito cuidado. É fácil de usar, privado e atinge velocidades incrivelmente altas em quase todos os servidores.

    Proton VPN Grátis no Linux

    Compatível com
    1. linuxLinux
    2. windowsWindows
    3. macosMac OS
    4. iosiOS
    5. androidAndroid
    Menor preçoR$ 25,54/mês por 24 meses Ver todos os planos
    VelocidadeiVelocidadeUsando uma conexão de teste local de 100 Mbps87 Mbps
    Distros do Linux compatíveisUbuntu, Mint, Debian, Fedora, Arch/Manjaro, MX e Kali
    Vazamento de dadosNão
    Política de logSem dados identificadores
    TorrentPermissão parcial
    Países68
    Servidores2.970

    Um aplicativo simples e leve para diversas distros do Linux

    O aplicativo do Proton VPN sempre foi muito descomplicado, mas a versão do Linux é a mais simples de todas.

    Ele também foi totalmente repaginado, assim como outros aplicativos mais populares em maio de 2022. O Proton VPN certamente parece ser uma VPN que se importa com seus usuários Linux.

    Ainda que seja bem minimalista, a VPN funciona bem. Todas as informações e opções ficam disponíveis em uma só tela.

    O menu de seleção de servidor, Kill Switch, servidores Secure Core, botões Netshield ficam claramente expostos e são fáceis de identificar. Não há perfis, seleção de protocolo e nem a opção de selecionar servidores favoritos.

    O aplicativo Linux do Proton VPN usa uma versão especial modificada da implementação do WireGuard integrada no Kernel Linux. Você pode usar o IKEv2 e OpenVPN com arquivos de configuração manual, mas não terá acesso aos benefícios do aplicativo completo do Proton VPN.

    Política de zero log, aplicativo de código aberto, boa jurisdição

    O ProtonVPN tem uma política de log excelente. Os únicos dados armazenados são data e hora do seu último acesso, que são substituídos a cada novo acesso.

    Em 2019, o Proton VPN comprovou sua política em um julgamento, quando foi solicitado a entregar dados de usuários. Nenhuma informação relevante foi armazenada e, sendo assim, nada foi entregue às autoridades.

    O último fator que faz o Proton VPN uma ótima opção para obter privacidade é a jurisdição. A Suíça não tem relação alguma com os 14 Olhos e não é membro da UE. Faz todo o sentido o Proton VPN ter escolhido o país como base de operações.

    Como instalar o Proton VPN no Linux

    Instalar o Proton VPN e seu aplicativo com GUI completa no Linux é bem simples. Ele é compatível com diversas distros, mas usamos as instruções para Debian no exemplo abaixo. Basta seguir esses passos:

    1. Baixe o pacote DEB do Proton VPN e instale o repositório.
    2. Abra o Terminal e execute o comando sudo apt-get update
    3. No Terminal, execute o comando sudo apt-get install protonvpn

    Caso esteja usando uma distro Linux que não seja compatível com pacotes DEB, veja outros guias de instalação do Proton VPN.

  4. 4. Surfshark: a melhor VPN barata para Linux

    A maneira mais barata de obter uma VPN paga para todos os seus sistemas Linux.

    • Compatível com Debian 11, Ubuntu 20.04 e Mint 20 ou superior
    • VPN segura com política de log auditada
    • Valor excepcional para o plano de assinatura mais longo
    • Baixar torrent é permitido em toda a rede de servidores
    • Aplicativo Linux simples e fácil de usar
    • Bloqueadores integrados de anúncio, rastreamento e malware

    • Sem compatibilidade com Fedora, Cent ou Arch
    • Jurisdição nos Países Baixos
    • Não é tão rápida quanto algumas rivais
    • Incompatível com IPv6

    Nota geral para Linux: 8,9/10

    Calculamos a nota geral com base nas notas das categorias a seguir. Para saber mais, leia nossa metodologia de testes para VPNs Linux.

    • 9,2/10
    • 8,0/10
    • 9,7/10
    • 8,8/10
    • 8,7/10
    • 9,1/10

    Uma das melhores VPNs para outras plataformas populares, a Surfshark tem um aplicativo Linux que não é tão bom quanto suas outras versões, mas que ainda funciona bem.

    A Surfshark para Linux é um programa com GUI completa, operado por uma empresa confiável e segura. É ótima para assistir streaming e baixar torrent, além de ser extremamente fácil de usar.

    Sua principal falha é a compatibilidade limitada com distros: ela não é compatível com Arch, Manjaro, Fedora ou outras versões Redhat do Linux.

    Surfshark VPN no Linux

    Compatível com
    1. linuxLinux
    2. windowsWindows
    3. macosMac OS
    4. iosiOS
    5. androidAndroid
    Menor preçoR$ 11,77/mês por 26 meses Ver todos os planos
    VelocidadeiVelocidadeUsando uma conexão de teste local de 100 Mbps95 Mbps
    Vazamento de dadosNão
    Política de logSem dados identificadores
    TorrentPermissão parcial
    Países100
    Servidores3.200

    Aplicativo fácil de usar com menos recursos que outras versões para desktop

    Ficamos muito felizes em ver que a Surfshark finalmente avançou nesse quesito e atualizou o aplicativo Linux, passando de uma interface de linha de comando a uma interface gráfica de usuário completa.

    Tem a mesma aparência que os aplicativos para Windows e macOS, com toda a simplicidade que eles oferecem. É uma das VPNs mais fáceis de usar com uma aparência simples e minimalista, que realmente gostamos.

    Na verdade, talvez seja simples demais, em especial em comparação às duas outras versões da VPN. Com a Surfshark para Linux, você tem todos os recursos básicos e mais importantes, como um Kill Switch e tunelamento dividido, mas alguns recursos mais avançados (como alternância de endereços IP e modo NoBorders) não são disponibilizados.

    Sem compatibilidade para algumas distros importantes e populares

    Ainda que seja ótimo finalmente ter um aplicativo Surfshark completo para Linux, é uma pena que a compatibilidade seja mais restrita que a de algumas rivais da empresa.

    Você pode instalar e usar a Surfshark para Linux no Debian 11 ou superior, Ubuntu 20.04 ou superior e Mint 20 ou superior. Ou seja, outras distribuições mais populares como Fedora, Arch/Manjaro e Cent não têm o suporte adequado. Gostaríamos que a Surfshark ampliasse sua compatibilidade no futuro.

    Ótima para baixar torrent, assistir a streaming e jogar

    Caso use seu dispositivo Linux como uma central para todas as suas mídias, a Surfshark é uma ótima escolha para você. Ela permite baixar torrent rapidamente, desbloquear diversos serviços de streaming e jogar online tranquilamente, sem lag. De fato, a Surfshark é uma das nossas melhores VPNs para jogos online.

    Se estiver mais interessado em assistir a streaming, nossos testes internacionais revelaram que a Surfshark acessa mais de 80 catálogos de streaming do mundo todo em diversas línguas, incluindo a Netflix EUA, Netflix Brasil, Max, Hulu e BBC iPlayer. Além disso, não é necessário seguir instruções especiais ou usar servidores específicos no Linux, basta se conectar à região desejada e começar a assistir.

    A Surfshark também é uma VPN relativamente boa para desbloquear serviços de streaming brasileiros como os da Band, GloboPlay, RecordTV e SBT.

    Como instalar a Surfshark no Linux

    1. Abra o Terminal.
    2. Insira curl -f https://downloads.surfshark.com/linux/debian-install.sh --output
    3. Depois digite cat surfshark-install.sh
    4. Por fim, insira cat surfshark-install.sh

    A atualização da Surfshark também é feita pelo Terminal. Você encontra todas as intruções no site da Surfshark.

A melhor VPN grátis para Linux

Ainda que a versão paga do Proton VPN seja uma das nossas VPNs para Linux melhor avaliadas, a versão gratuita também é excelente.

De fato, com base nos nossos critérios de teste, o Proton VPN Grátis é a melhor VPN grátis para Linux.

Tela de início do aplicativo gratuito do Proton VPN para Linux

O aplicativo gratuito do Proton VPN para Linux é simples e intuitivo com velocidades altas.

O software gratuito da VPN é altamente seguro e compatível com todas as principais distribuições Linux.

A configuração e compatibilidade da versão gratuita do Proton VPN é exatamente igual à versão paga. Você pode instalá-la nas seguintes distros do Linux:

  • Debian 10
  • Ubuntu 20+
  • Mint 20+
  • MX Linux 19+
  • Kali Linux
  • Elementary OS 6.0+
  • Fedora 31+ (excluindo Rawhide)
  • Archlinux/Manjaro

Você também encontra os arquivos de configuração do OpenVPN e IKEv2, além de um guia de instalação para CLI.

E o mais importante: o Proton VPN não tem um limite de dados. É algo extremamente incomum para uma VPN grátis e permite usar a VPN grátis com dados ilimitados.

Contudo, como você pode ler na nossa avaliação do Proton VPN Grátis, a VPN tem diversas limitações que devem ser consideradas.

Ainda que seja rápida, a VPN gratuita tem servidores em apenas três países, proíbe tráfego de torrent e não desbloqueia serviços populares de streaming.

Existem outras VPNs compatíveis com Linux?

Quase toda VPN confiável é compatível com Linux e muitas vezes oferece instruções de configuração específica para o sistema operacional no site. Algumas dessas VPNs incluem:

  • ExpressVPN
  • NordVPN
  • PrivateVPN
  • IPVanish
  • CyberGhost

Entretanto, o que diferencia essas VPNs de outras que recomendamos aqui é que elas não oferecem uma GUI para Linux.

Uma GUI, ou interface gráfica de usuário, é o que faz com que um aplicativo tenha a aparência esperada. Sem ela, você não tem uma maneira fácil e simples para interagir com o programa instalado no seu dispositivo.

Clientes VPNs sem GUI praticamente não existem para sistemas operacionais como Windows e MacOS, mas são extremamente comuns no Linux.

E como é um programa sem uma GUI? Ele usa uma CLI em vez disso, uma interface de linha de comando. É o que pode ver ao abrir o Terminal em uma máquina Linux. Linhas de texto simples em um plano de fundo simples, com comandos especiais para executar certas ações.

CLI da ExpressVPN em execução no Linux Ubuntu

A ExpressVPN oferece apenas uma CLI para Linux. É bem menos acessível que uma GUI completa.

Isso faz com que o processo de trocar de servidor e ativar/desativar recursos adicionais demore muito mais e seja muito mais técnico do que o necessário.

Como configurar o OpenVPN no Linux

Cada VPN mencionada na lista usa diversos protocolos e um aplicativo dedicado para o Linux que faz a configuração VPN e processo de conexão o mais simples possível.

Entretanto, ainda é possível criar uma conexão VPN na máquina Linux usando apenas o Network Management, o recurso de rede integrado do Linux.

É gratuito e a configuração é relativamente simples, mas você precisa de arquivos de configuração OpenVPN. São esses arquivos de configuração que permitem que você se conecte a diversas localizações de servidor espalhadas pelo mundo.

A maneira mais segura de obter arquivos config do OpenVPN é obter um plano pago de uma VPN (quase todos os provedores oferecem esse recurso). Há opções gratuitas disponíveis online, mas não há garantia de que serão seguras ou privadas.

As orientações abaixo são voltadas para usuários Ubuntu, mas devem ser válidas para a maioria das outras distros.

Como configurar manualmente o OpenVPN no Linux:

  1. Baixe um arquivo de configuração do OpenVPN da VPN da sua escolha. Você conseguirá definir uma localização de servidor e potencialmente outros atributos, como o protocolo e recursos adicionais (como um bloqueador de anúncios). A extensão do arquivo será .ovpn.
  2. Abra o menu de configurações, clique na aba de redes e no ícone + à direita da seção de VPN.
  3. Selecione a opção “Importar de arquivo…” e selecione o arquivo de configuração que acabou de baixar. Clique em Abrir.
  4. Uma tela com todas as credenciais do OpenVPN deve aparecer. Na aba de identificação, abaixo da parte de autenticação, defina o Tipo como Senha com certificados (TLS).
  5. Nos respectivos campos, insira seu nome de usuário e senha para a VPN de que obteve o arquivo .ovpn. Provavelmente serão credenciais únicas qfornecidas a você na criação do arquivo .ovpn, e não os seus dados de acesso usuais para a VPN. Esse também é o caso para o campo de senha de chave de usuário.
  6. Clique Adicionar. A conexão do OpenVPN agora está configurada e pronta para uso. Ela agora aparecerá como um botão de alternância abaixo da seção de VPN, no menu de configuração de rede.
  7. Cada localização de servidor individual que quiser acessar precisará ser adicionada dessa forma. Não há um limite de localizações.

Como testamos VPNs para Linux

Há diversos critérios específicos que consideramos ao classificar as melhores VPNs para Linux.

Para Linux, avaliamos se cada VPN oferece:

  • Uma GUI (interface gráfica de usuário) completa, um aplicativo intuitivo de VPN para Linux. (35%)
  • Compatibilidade com diversas distros Linux, incluindo Ubuntu, Fedora, Debian, Manjaro e outras. (20%)
  • Criptografia AES-128/256 e um protocolo VPN confiável como o OpenVPN. (15%)
  • Recursos avançados como um Kill Switch, encaminhamento de porta e servidores DNS próprios. (15%)
  • Uma política de privacidade que retém o mínimo possível de logs VPN. (10%)
  • Velocidades altas em todos os servidores VPN. (5%)

Para definir nossas recomendações, testamos 65 VPNs em seis categorias-chave, dando uma nota de 0 a 10 em cada uma delas. Depois, juntamos todas essas notas para calcular uma nota geral.

Na tabela abaixo, resumimos o desempenho das melhores VPNs Linux para cada categoria, assim como as notas gerais de cada uma para Linux:

Veja abaixo uma lista completa de fatores que buscamos ao testar as melhores VPNs para Linux, juntamente com seu peso para a nota geral:

1. Aplicativo Linux: 35%

Requisito mínimo: ter um aplicativo com GUI completa disponível para Linux.
Nossa recomendação: um programa intuitivo, fácil de usar, que seja o mais próximo possível da versão Windows.

A maioria das VPNs não tem nenhum suporte para Linux. Das poucas que o oferecem, um grupo ainda mais seleto realmente mantém um aplicativo Linux adequado.

Várias VPNs ficam satisfeitas em apenas oferecer uma configuração de CLI (interface de linha de comando) básica, pouco intuitiva e lenta.

Cada VPN nessa lista conta com um aplicativo Linux com uma GUI (interface gráfica de usuário) completa. Isso significa que ela parece e funciona como um cliente VPN no Windows ou macOS.

É o nosso principal critério para calcular as notas das VPNs para Linux. O aplicativo deve ser fácil de instalar (com poucas etapas em CLI) e simples de usar.

Quanto mais parecido o aplicativo VPN for com versões Windows e macOS, tanto em usabilidade e recursos, maior a pontuação. Todas as VPNs da página dão o devido respeito a usuários Linux, oferecendo aplicativos dedicados de alta qualidade.

2. Compatibilidade com distros Linux: 20%

Requisito mínimo: ter um instalador Debian 64-bit disponível.
Nossa recomendação: ter instaladores para o maior número possível de distros, incluindo Ubuntu, Fedora e Arch, em versões 32-bit e 64-bit.

Ainda que a grande maioria do mercado Linux use Debian ou Ubuntu, ainda há milhões de usuários de outros sistemas operacionais Linux.

É importante que os provedores de VPN abracem todas as distribuições mais populares. Ou seja, devem atender não apenas a variantes Debian, mas também Fedora/RedHat e Arch/Majaro.

Também consideramos a arquitetura do aplicativo. É provável que seu PC contenha a versão 64-bit do Linux, mas caso seja um usuário 32-bit, também verificamos se há uma VPN compatível com suas configurações.

3. Segurança e recursos técnicos: 15%

Requisito mínimo: OpenVPN e criptografia AES-128.
Nossa recomendação: uma seleção de protocolos (incluindo o WireGuard) e criptografia AES-256.

Independentemente do seu sistema operacional, ter uma VPN segura e criptografada da forma correta sempre é importante.

O Linux é compatível com todos os protocolos populares de VPN. Por isso, a VPN Linux ideal permitirá que você escolha qual quer usar com o aplicativo.

O mínimo esperado é o OpenVPN, o protocolo mais popular do mercado e o que acreditamos oferecer o equilíbrio perfeito entre velocidade e segurança. O WireGuard e IKEv2 também são populares no Linux, sendo duas opções excelentes.

Cada VPN listada nessa página também oferece criptografia por AES-128, AES-256 ou uma opção intermediária. É praticamente inviolável, o que significa que todo o seu tráfego VPN fica protegido.

4. Recursos avançados para Linux: 15%

Requisito mínimo: Kill Switch VPN para impedir vazamentos de IP.
Nossa recomendação: adicionais úteis como tunelamento dividido, configuração personalizada para DNS, bloqueador de rastreamento e outros.

Para esse quesito, faz uma grande diferença usar um aplicativo VPN adequado para Linux.

As melhores VPNs para Linux têm um pacote amplo de recursos adicionais, assim como suas versões em sistemas operacionais de desktop mais populares.

Um Kill Switch de VPN é o mínimo esperado. Sem ele, a sua conexão de internet e endereço IP podem acabar sendo expostos caso a conexão VPN caia em algum momento.

Buscamos recursos mais avançados, também. Algumas VPNs oferecem adicionais de privacidade, como bloqueadores integrados de anúncio e rastreamento. Outras disponibilizam encaminhamento de porta para baixar torrent mais rapidamente.

5. Política de privacidade e log: 10%

Requisito mínimo: retenção mínima de logs.
Nossa recomendação: nenhuma informação pessoal é registrada, e outros dados são deletados prontamente, empresa em jurisdição que respeita a privacidade.

Sem uma VPN o seu provedor de internet pode ver todos os sites que visita e todos os arquivos que baixa. Contudo, se usar uma VPN ruim, na prática, você está dando essas informações a uma terceira empresa.

O mínimo esperado de qualquer VPN é não manter logs que podem vincular sua atividade de navegação a você. É imperativo que, caso haja uma violação ou apreensão de servidor, qualquer informação armazenada esteja completamente anonimizada.

As melhores VPNs não armazenam dados, mas são raras. Diversas mantêm apenas metadados agregados, como estatísticas gerais de uso de servidores, que são um conjunto agregado e anonimizado de dados de usuários.

A jurisdição também é importante. Idealmente, a VPN que escolher terá como sede um país que respeita a privacidade. Ou seja, qualquer país fora dos Cinco, Nove ou Catorze Olhos ou da União Europeia.

6. Velocidade: 5%

Requisito mínimo: velocidades altas e estáveis em conexões locais.
Nossa recomendação: uma queda imperceptível em velocidades de download local, com velocidades altas em conexões em localizações internacionais.

Uma VPN sempre irá afetar suas velocidades de internet, mas as melhores têm um impacto mínimo.

As velocidades de upload são importantes para o compartilhamento de arquivos e o ping interfere na hora de jogar, mas nosso foco principal são as velocidades de download.

Ao se conectar a um servidor no país em que se encontra (ou em uma cidade estrangeira próxima) a queda de velocidade deve ser praticamente imperceptível enquanto navega na internet como de costume.

As VPNs de maior qualidade também oferecem velocidades excelentes em conexões de longa distância. Com isso, você consegue desbloquear sites ou serviços exclusivos a certas regiões como se estivesse no país em que eles operam.